8 de março de 2016

Me deseje, me ame, me fode

Oi mulher, eu sei o quão é difícil. Sei o que passa pelas ruas, ou mesmo dentro de casa. Sei o que passa pelas nossas mãos, nossos olhos, nossos desejos e nossos estímulos estão sempre te observando. Eu sou um homem que diz te entender, eu sou um homem que está atento à você. 


Eu sou um criminoso, assedio você e abuso de você. Mas, tudo bem, estou feliz pelo seu dia, porque eu entendo que sem vocês nós homens não seríamos nada, já que é você que pari. 


Você é uma vaca, que dá leite atoa. 
Você é vadia, por sair assim. 
Você é nojenta se sair assim. 
Você é grossa se ir contra a mim. 
Você é a mulher que eu quero. 
Você é a mulher que eu amo. 

É aquela que apesar dos pesares, está de pé. Ainda está de pé? Se ajoelha e abre a boca! Mês de fevereiro, então fecha essa boca mulher! 

Eu ainda te amo, vamos esquecer isso, te dou um beijo você me lambe, mata meu desejo. 
Não fez como quis. Não presta. Sai daqui. Outra consegue, e você não. 

Mulher é um bicho esquisito, todo mês sangra. 
Que nojo, você sangra. 
Sai da frente da TV, tá passando UFC. 

Vai tomar um banho, tá fedendo, tá suada, que imunda. 
Quando eu voltar do futebol, me faz aquela massagem tá? 
Sai da minha frente, demente. 

Quero ver quantas eu pego hoje, já contei 12 e das 12 transei com 6. 
Mas que carência outra vez. 
Quero ser seu mais uma vez, eu mudei dessa vez. 
Me ama de novo, se joga de novo em cima de mim. 


Me ama. Te amo. 

Sou homem, 
lembre-se,
você é 
minha mulher! 

Não há questionamento, eu só queria saber porque mulher é assim tão... 
gostosa. 
Apenas.
Me deseje,
me ame,
não me fode.

Imagem registrada no domingo (06/03/2016) no Elevado Costa e Silva, o Minhocão - SP.

2 de dezembro de 2015

O Führer Paulistano


Não apoio
Para falar a verdade eu o odeio
mas como a palavra odeio é muito pesada 
eu só posso rir de tanta canalhice.

Geraldo, 
o seu poder me assusta. 
Sua PM mata. 
Seu cinismo elege 
e o povo te engrandece. 
A educação padece. 
O estudante não cresce. 
Seu gatilho os empobrece.
E a mídia lhe favorece. 

Parabéns, Führer.
Você vai cair.

Só compartilhei sua "capa" achando que tá "tombando" na sociedade (literalmente, pisoteando) inaugurando alguma coisa com crianças sorrindo e fita vermelha, porque você não é a pessoa mais adequada, nem hoje, nem nunca, para demonstrar preocupação em relação à educação!

Essa reflexão tem como principal intenção apoiar as ocupações dos estudantes, em escolas da rede estadual de São Paulo. Biejo!

19 de outubro de 2015

O fato é que não é preciso ser feliz assim

Após ler muito sobre essa tal felicidade, tendo como base os mais variados meios midiáticos, resolvi expor alguns pontos sobre ser feliz sendo mulher. De acordo com alguns desses meios, a felicidade feminina se dá muitas vezes pelo “simples” fato de estar com alguém. Na maioria das vezes esse alguém é do sexo oposto, que supostamente lhe fará feliz por ter o encaixe perfeito entre suas pernas.

Isso não é romantismo

Tendo como exemplo os finais felizes das novelas televisivas, àquela mulher que durante toda a novela sofreu, no final, encontra seu parceiro ideal que na maioria das vezes se realizam após o casório. Concluímos então, de acordo com as novelas, que a mulher sofrida é carente e só encontrará a felicidade após o cavalo branco estacionar no seu portão trazendo um órgão de ouro. Falando em cavalo branco, é bom lembrar que essa cultura da felicidade começa desde os contos de fadas e princesas. Agradeço aos meus pais por não me apresentarem a Disney quando criança. Não sei ao menos citar uma fada ou princesa aqui, porém, sabemos que essas histórias infantis de crianças Discovery se desenvolvem assim. A princesa sofrida, que eu não sei o nome, mas sei que é loira e trabalha duro, só se liberta da tristeza após se relacionar com um príncipe. E eu sei bem que só se tornou princesa depois de conhecer o príncipe. Por favor, indústria cultural, essas histórias e enredos não são românticos.

Desconstruindo discursos

De mano pra mano, mulher, você pode ser feliz e se amar sozinha. Desconstrua esse enredo de que o órgão de ouro, estando ereto ou não, lhe trará felicidade. É claro que homem é uma coisa boa, eu particularmente amo muito! Refiro-me principalmente, de modo exemplificado, àquelas frases que ouvimos em términos de namoro, ou quando a mulher está “encalhada”, algo do tipo “não consigo viver sem ele”, “não sou feliz sem ele”, “não posso negar que estou triste sem ele”, “quero meu boy”, “quero o boy” ou “quero aquele boy”. Você tem que dar valor ao oxigênio, porque realmente sem ele você não consegue viver, linda. Brincadeira. Dê mais valor ao seu próprio eu, só assim você entenderá que a felicidade está dentro de você mesma e não precisa ser encontrada no outro.

Valorização pessoal

Existe uma coisa chamada “amor próprio” que é muito exaltado e pouco praticado. Será mesmo que você se ama? Você precisa encontrar seus pontos positivos mulher. Você precisa se conhecer, e assim encontrará formas de entender que você é única e não precisa que ninguém lhe conte isso, porque você mesma se conhece. Não digo no sentido de saber se nomear, ou se descrever. Eu mesma odeio me descrever, ou nomear adjetivos próprios. Acho de grande egoísmo a pessoa se intitular isso ou aquilo, porém, você precisa se entender com seus reais adjetivos. Você sendo você, com você mesma.

Aqui no blog já escrevi uma crônica comportamental sobre se doar para alguém, e não ser retribuída. É uma leitura complementar que busca a compreensão de que muitas vezes, estamos colocando a carroça na frente dos bois, e isso acaba nos forçando demais. O que quero dizer é que, ame quem merece ser amado. Ou seja, primeiro você mesma. Dê valor à você mesma, tenha amor independente. E homens, retribuam, mas também se amem. O amor e a felicidade fazem parte de um circulo que trabalha no sentido horário. À meia noite você precisa se amar, ao meio dia você encontra a felicidade própria e à meia noite você está unida ao amor, a felicidade e ao próximo, se amando. Só o amor próprio é capaz de nos tornar pessoas amáveis, e que saibam amar. A primeira imagem é daqui, e a outra daqui. Biejo!

17 de outubro de 2015

Acostumei-me

Eu costumava pegar no pescoço dele, atuando numa cena forçada que ele mesmo me prometeu fazer. E não cumpriu. Eu costumava pegar naquele pescoço, chegava até o ouvido e dizia o que ele mesmo me prometeu dizer. E não cumpriu. Eu costumava chegar até o ouvido, dizer aquelas coisas, pedindo indiretamente a sua atenção que ele mesmo me prometeu dar. E não cumpriu. Eu costumava chegar até o pedido, dizer aquelas bobagens, passar minhas mãos nele com a intenção de lhe dar arrepios que ele mesmo me prometeu arrepiar. E não cumpriu. Eu costumava te arrepiar, e nos arrepios sorrir sorrisos que ele mesmo me prometeu sorrir. E não cumpriu. Eu costumava naqueles sorrisos te desejar felicidades que ele mesmo me prometeu feliz. E não cumpriu.

Eu costumava achar que estava vivendo a nossa felicidade que você mesmo me prometeu. E não cumpriu. Eu costumava achar que estava fazendo você sorrir enquanto você sorria sozinho por outro motivo, pelo qual, você mesmo me prometeu. E não cumpriu. Eu costumava achar que te arrepiava enquanto lhe fazia sorrir, e que no sorriso talvez lhe trouxesse a felicidade sendo que você mesmo me prometeu retribuir. E não cumpriu. Eu costumava achar estar lhe retribuindo sendo que não há retribuição quando há apenas um lado atribuindo àquilo que você mesmo me prometeu atribuir. E não cumpriu. Eu costumava achar que a atenção que lhe dava era insuficiente e por isso eu permanecia lhe admirando sendo que você mesmo me prometeu admirar. E não cumpriu. Eu costumava achar que ao dizer bobagens no seu ouvido e pegando em seu pescoço eu iria ganhar a atenção que você mesmo me prometeu dar. E não cumpriu.

Eu costumava admirar o pescoço. Eu cumpri. Eu costumava falar bobagens no ouvido. Eu cumpri. Eu costumava dar atenção. Eu cumpri. Eu costumava passar minhas mãos no corpo. Eu cumpri. Eu costumava ter arrepios. Eu cumpri. Eu costumava ter felicidade. Eu cumpri. Eu costumava sorrir. Eu cumpri. Eu cumpri sozinha. Eu hoje costumo cumprir, com quem cumpre comigo. E estamos então, cumprindo juntos. A imagem retirei daqui. Biejo!

14 de outubro de 2015

A exposição de Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas

Devo primeiramente dizer que temos a sorte de ter contato com a arte sem que nos custe nada. Ontem foi uma terça-feira, e as entradas dos museus são de graça! Estava muito ansiosa de apreciar a arte surrealista da Frida Kahlo, e de demais artistas mulheres que estavam presentes na mostra no Instituto Tomie Ohtake, aqui em Pinheiros - SP. 


O Instituto Tomie Ohtake sempre nos agracia por trazer grandes nomes da arte para a cidade. O surrealismo sempre pôde ficar hospedado no instituto. Digo isso porque já recebeu o saudoso Salvador Dalí (divo tombador), que eu pude conhecer, porém não publiquei a exposição aqui (choram as rosas).


Para quem não conhece Frida Kahlo, vou resumir. Frida foi uma moça pintora lá do México, um grande símbolo de independência feminina e força mesmo diante de todos os seus problemas de saúde, e de um casamento de altos e baixos. Essa moça teve grande influência (e ainda tem) para a arte, força feminina e também para a política mexicana. Enfim, se for descrever Frida Kahlo rende um livro. Porém, resumindo, Frida criou seu próprio estilo e estava sempre à frente do seu tempo como mulher, pintora e esposa.

E antes que você ou alguém fale “ah é a moça da monocelha”, procure saber mais sobre ela. Diante de toda sua trajetória de vida como artista e mulher descrevê-la de “a moça da monocelha” não é lá muito agradável de dizer. 
A exposição intitulada “Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas no México” apresenta obras não somente de Frida, mas também como das artistas Maria Izquierdo, Remedios Varo, Lenora Carrington, e outras artistas mexicanas. O nome da exposição já diz, na exposição é possível perceber toda a conexão e influência das obras de Frida, para com as demais, e entre as demais quatorze artistas.

Como o próprio instituto descreve a exposição “propõe um diálogo entre um grupo de mulheres artistas mexicanas e estrangeiras vinculadas ao surrealismo, que gira em torno da figura de Frida Kahlo como detonador de uma série de influências e movimentos geográficos” entre países como o próprio México e Estados Unidos, como também Europeus.

Por toda a exposição observamos pinturas, esculturas, fotografias, documentos, catálogos e reportagens. Pinturas de Frida, e demais artistas estampam as paredes do instituto. Autorretratos, e retratos são expostos e estão espalhados pelo instituto. Documentos como registros fotográficos, revistas, reportagens e cartas estão em bancadas e super legíveis. Há também dois locais onde são expostas as roupas de Frida Kahlo, que mostra toda a sua oposição aos padrões daquela época.


Agora uma pausa para uma manifestação pessoal sobre quem frequenta museus: observe e fotografe. Siga essa sequência, por favor, observe e fotografe depois, por, fa, vor. Incomoda muito você se enfiar, pedir licença para um grupo que está apreciando e interpretando uma obra, para que você registre com uma lente. Use suas melhores e mais naturais lentes, seus olhos. Os meus não são aquelas melhores lentes (miopia mode on), porém ainda consigo fazer uso delas. Enfim, amo fotografia, mas não há melhor registro do que aquilo que você guarda na mente (por mais que sua memória seja falha, como a minha).

Bom, registrei poucas obras da exposição porque por mais que possa registrar, eu prefiro observar. Essas fotos são minhas, tiradas com o celular da amiga que foi comigo. Lembrando que a exposição ficará aberta até janeiro de 2016, então dá tempo de visitar a Frida e as miga dela. Depois de passar em São Paulo, a exposição também vai passar pelo Rio e por Brasília. A Larica também foi na exposição, vê lá! Vocês foram ou vocês vão? Biejo!

10 de outubro de 2015

Desconstruindo padrões e construindo a aceitação pessoal

Há algo que precisa ser mudado em você, mas quem mudará é você. O desenvolvimento pessoal se dá através de suas próprias decisões, e por esse motivo vim escrever sobre aceitação pessoal e aceitação alheia. Devemos desconstruir padrões, esses padrões constroem muralhas e impede de vivermos quem somos. Enquanto há tempo, é preciso desconstruir barreiras, e construir pessoas reais.  Primeiro vou descrever como foi o meu processo de aceitação.

Me aceitei
Tenho 19 anos, nasci em São Paulo, pais nordestinos, família humilde. Quando pequena fiz muitos exames para saber se ia crescer, e pelos exames ia ser miúda, fraca e magra. Cresci. Tenho cabelo cheio, não tenho cabelo liso, não tenho cabelo de fio fino, não sou loira, não sou castanha clara, meus fios são grossos, cheios e escuros. Sou parda, me considero negra, minha pele é oleosa, já tive muita acne, já tive feridas de acne, ainda sofro com acne, tenho manchas, tenho marcas de expressões profundas, tenho olheira, tenho pelos. Tenho sobrancelhas grossas e escuras, não tenho pele de bunda de neném, tenho nariz grande, nariz de batata. Tenho barriga, coxa grossa, quadril fino, ombros largos, calcanhar grosso, pé grande. Vivo. Já sofri bullying direto, já sofri bullying indireto (se é que existe isso), o fato é que já sofri bullying. Convivi. Aguentei. Superei. Me aceitei.

“quando você se aceita, o mundo passa a te aceitar”

Sabe aquela frase afirmativa que lemos por aí “quando você se aceita, o mundo passa a te aceitar”? Ela é parcialmente verdadeira. O fato é que sim, o mundo passa a te aceitar. Mas o mundo passa a te aceitar por que você passa a não digerir mais o que os outros pensam ou possam pensar sobre você. E por isso escrevi que diante de todos os rótulos nomeados por mim mesma, e àqueles que já ouvi de terceiros, eu me aceitei.

Manda fo-da-ses

Aquele balanço de ombro bastante infantil de “tô nem aí” chegou até a mim como uma religião. Eu abracei a ideia, e adotei o “foda-se”. Você precisa saber, e ter a certeza, que ninguém é acima de você além de você mesma. Você que eu digo é direcionado àquela pessoa que busca essa aceitação. É difícil demais, você acha que está extravasando e sim, você precisa extravasar.

Extravasa, libera e joga tudo pro ar

Chuta o pau da barraca, veste aquela roupa que você sempre achou bonita, mas nunca usou por achar que não era pro seu corpo. Não vestia regata por achar meus ombros largos demais, e por não ter seios grandes. Pega aquele batom preto/vermelho/marrom/bordô e sai pra trabalhar às sete da manhã. Batom bordô para ir pra faculdade, e olho preto pode sim. Sabe aquela crooped que aparece uma dobrinha a mais? Veste ela antes que ela fique velha. Todo mundo tem umbigo, mas eu não acreditava nisso. E se a roupa ficar velha e você continuar gostando dela, continua vestindo. Tenho uma t-shirt do Michael Jackson que já sabe andar sozinha, já esteve na boca no lixo, mas vou continuar usando. Tá com aquela preguiça de passar roupa? Sai com ela daquele jeito mesmo. Minha rotina é assim, só passo roupas quando quero. O cabelo amanheceu rebelde, nada de esconder, tenta dar uns tapinhas nele para ficar do seu gosto, mas não tenta nada além do que ele pode te oferecer. Tenho dreads naturais, nem por isso os escondo. Tudo você pode, mas dentro da lei.

Miga, não força
Durante muito tempo forcei algo em mim que não era para mim. Estou falando do meu cabelo. Três progressivas. Estragou meu cabelo, estragou quem sou eu. Aos poucos estou conseguindo recuperar o cabelo cheio, alguns fios crespos e outros ultrafinos.  O meu fuá, é meu fuá. O que me motivou a escolher as químicas foi “ai o seu cabelo é lindo, porém liso é mais bonito”, “esqueceu de passar chapinha?”, “dormiu de cabelo molhado foi?”, “nossa tá amassado viu?”, “já pensou em alisar definitivo?”, “realmente, a única coisa que vai resolver é a progressiva mesmo”, “nossa tá parecendo que pegou chuva”. E foram esses comentários diretos e indiretos que, aos poucos, enfiaram padrões em mim.

Qual padrão se encaixar?

Nenhum. Talvez você possa se encaixar apenas no seu. Naquele padrão, quero assim hoje, vai ser assim hoje, quero assim amanhã, vai ser assim amanhã, quero assim e assado dessa maneira, hoje e sempre. Pronto, você já criou seu próprio padrão. Não há nada melhor do que se olhar no espelho e se enxergar como você. É claro que seria maravilhoso ter aquela barrigunha sarada, ou não. É claro que seria maravilhoso ter aquela pele perfeita, ou não. Mas se encontre. Saiba se impor a você mesma.

Pancinha/moda/saúde

Não há nada mais irritante do que essas categorias de “moda” nos blogs e sites, fala sério! A mídia atrapalha e ao mesmo tempo acrescenta bastante nessa falta de aceitação pessoal. Hoje, ela diz que apenas retransmite. Mas o fato é que ela dita, ela sugere e ela impõe a moda. A moda da roupa que fica legal nessa ou naquela, ou que não fica legal para essa ou para aquela. E assim faz seu papel ditando e direcionando o que devemos ou não ser para agradar os outros. Ter barriguinha ou barrigona não pode te impedir de ser feliz. É claro que é preciso estar atento a sua saúde. Mas não mude fora esse motivo. “Ai, aquela moça usa crooped, mas olha o pneu que ela tem”. Volta e manda fo-da-ses. Alguns dias atrás descobri que perdi cerca de oito quilos desde que comecei a fechar a boca e pedalar. Estou feliz em voltar a usar calças e shorts 36, mas não porque eu estava querendo emagrecer para poder me encaixar numa moda ou tendência. Queria poder usar o que acho bonito, o shots de cintura alta maravilhoso que amo ou a crooped que pretendo comprar. Você pode até se inspirar nos “Como usar tal roupa”, mas não se chateie se você não é aquilo que leu ou viu.

Para você que oprime

Você deveria ser tratado em primeiro lugar no post, porque você é a causa dessa não aceitação, mas, não quero dar esse privilégio de estampar o post em primeiro lugar. É o seguinte, se o cabelo não é seu, não tente impor ao do outro o que deve ou não ser feito nele. Se o corpo não é seu, não tente impor ao do outro o que deve ou não ser feito nele. Se a maquiagem não é sua, não tente impor ao do outro o que deve ou não ser feito com ela. Se a roupa não é sua, não tente impor ao do outro o que deve ou não ser feito com ela e nela. Se a vida não é sua, não tente impor ao do outro o que deve ou não ser feito!

Fazia alguns dias, talvez meses, que queria escrever sobre aceitação pessoal e desconstruindo padrões. Esse tema veio à mente após ler o primeiro post da Cami Cassiano no CDB falando sobre como ser bonita. Depois reuni algumas mensagens de meninas que superaram, e não, a aceitação lá no grupo da Liga Blogesfera. A priori, decidi e até entrei em contato com elas para expor seus depoimentos, mas decidi não colocar explicitamente aqui no desenvolvimento do post. Suas palavras me ajudaram a construir o post. Obrigada Ana Carolina, Isabelle Marques e Manu Santos. Primeira imagem, segunda imagem. Biejo!

Agora, é só superar. E para você que impede alguém de superar, supere isso também. 
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